Sustentabilidade para o ano de 2021. Um breve panorama.

O ano de 2020 trouxe uma série de desafios para o Brasil e o mundo. Além de todas as questões relacionadas à pandemia da Covid-19, que mudou a nossa vida da noite para o dia, algumas regiões do Brasil, sobretudo o Pantanal, registrou, de acordo com números da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP, 2020), 2.534 focos de incêndio no primeiro semestre de 2020, um aumento de 158% em relação ao mesmo período de 2019, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), indicando um recorde de queimadas até então.

Ainda de acordo com estimativas da FAPESP, o fogo pode ter destruído cerca de 20% da vegetação pantaneira, afetando significativamente as populações de várias espécies animais. A Amazônia também enfrentou um período crítico de queimadas. De 1o de janeiro a 22 de setembro, na região que compreende a floresta amazônica, foram registrados mais de 27 mil focos de calor, superando as cifras dos dois anos anteriores.


Ou seja, vivemos no ano de 2021 duas crises, uma relacionada à saúde que dizimou milhares de vidas e uma relacionada ao meio ambiente, que prejudicou dois ecossistemas importantíssimos do nosso bioma, o amazônico e o pantanal, o que trouxe consequências irreparáveis para inúmeras espécies animais e vegetais.


Todas essas questões nos levam à seguinte questão: 2021 será o ano da sustentabilidade? É óbvio que há bastante tempo, ano após ano, todo ano é o ano da sustentabilidade. Entretanto, 2021 é o ano da sustentabilidade, especialmente porque a pandemia da Covid-19 trouxe desafios para a saúde pública, mas também para as empresas.


Se 2020 foi um ano de crise econômica, 2021 pode ser um ano de recuperação econômica, uma vez que, devido ao início da imunização da população contra a Covid-19, podemos enxergar, em um horizonte não tão distante, o fim da pandemia e a volta à normalidade da vida social, com reflexos também na economia, com o retorno às atividades da empresa que precisaram diminuir a produção, aderir ao home office ou também suspender empregos. Soma-se a isso o retorno aos investimentos econômicos do Estado em diversos setores produtivos, os quais promoverão desenvolvimento econômico e mais empregos.


No entanto, e a sustentabilidade? Qual será o seu papel nesse novo contexto?


A Covid-19 trouxe para todos nós um novo padrão de comportamento. Higienização das mãos com água e álcool 70% em casa ou nos locais de trabalho, uso da máscara, distanciamento social, o descarte adequado das máscaras descartáveis nos ambientes hospitalares, entre outras medidas, tudo isso trouxe inúmeros desafios para todos nós, o quais também podem resultar em um novo padrão de consumo.


O que isso quer dizer? A demanda do consumidor também passou a representar um cenário favorável à sustentabilidade. O financiamento e a adoção de valores ecológicos também podem representar uma oportunidade para empresas e marcas.


Na Fibravit, não estamos à margem desse cenário. Toda nossa linha de produtos carrega, como valor central, a inovação com responsabilidade ambiental. Nosso sanitário hidráulico portátil, por exemplo, utiliza somente água para seu funcionamento, sendo assim, é 100% ecologicamente correto. Os efluentes produzidos são adequadamente descartados em uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE).


Em nosso processo de gestão de efluentes, também emitimos documento que comprove o descarte adequado dos dejetos. Todo o material coletado durante a limpeza de fossas é destinado a áreas pré-estabelecidas pela empresa de saneamento, eliminando assim qualquer risco de contaminação.


Concluímos, então, que a sustentabilidade continua sendo urgente para o ano de 2021 e empresas que investem em produtos sustentáveis conseguirão responder às novas necessidades dos consumidores, que não somente enxergam qualidade das marcas, mas também valores sustentáveis.


Fonte:

https://www.promoview.com.br

https://revistapesquisa.fapesp.br

http://www.ans.gov.br



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